Todo ano um grupo de pessoas escolhe numa qualquer cidade uma moça que tenha entre 18 a 30 anos, que tenha a essência para ser escravizada por um ano. Quando esse ano termina a escrava é vendida ou devolvida para sua cidade se não tiver algum comprador que tenha interesse nessa escrava.
E num certo dia que antecedia o inicio da primavera três pessoas num carro distinto passeavam na procura de uma escrava, eles tinham visto uma grande variedade de mulheres mas poucas lhe chamaram atenção, porém uma mulher atravessou a avenida, as três pessoas olharam, ao mesmo tempo para essa mulher como se ela fosse a escolhida.
Era uma bela mulher, com um belo rosto, um corpo bem torneado. A partir daí, começa uma perseguição para ver aonde ela iria. Essa morena entra num prédio comercial; o motorista entra em desespero, mas os outros dois descem do carro rapidamente e vão averiguar do que se tratava aquele prédio. Ficam naquele prédio por uma hora, e assim que voltam ao carro um deles fala “ela deve ser secretária de algum médico ou dentista, pois são consultórios que tem nesse prédio”.
Depois de meia hora aquela morena deixa aquele prédio e eles vão atrás dela. A perseguição continua. Para eles a questão é saber em que momento atacar e leva-la para o local previamente escolhido pelo grupo. Ela entra numa rua, e eles entram logo seguida, aceleram o carro, passam por ela e estacionam o carro, esperam. A bela nova escrava caminhava na direção do carro estacionado perto do final da rua, e eles a atacam deforma precisa, deixando-a impotente.
Ela estava no porta-malas amordaçada por uma balgag, algemada, seus pés acorrentados. Depois de uma hora chegam num galpão, que no interior já estava tudo pronto para a cerimônia, estacionam o carro perto de um caminhão de caçamba baú. Mais três pessoas se aproximam do carro, abrem o porta-malas, tiram a bela morena do interior do carro e dão uma olhada geral nela.
Ela já demonstrava medo e impaciência nesse momento, as suas mãos já estavam dormentes. Um deles abre a porta traseira da caçamba e pede que coloquem-na no interior, ela é colocada sem dificuldades, e antes de fechar aquela porta retiram a algema que prendia suas mãos dela. E antes que ela pudesse agir fecham rapidamente a porta.
Com dificuldade ela consegue afastar um pouco da porta, mas não pode muito porque no interior tinha pouca iluminação e uma pequena janela, para piorar, no interior daquela caçamba era quente. Por horas ela não escuta nenhuma fala, e através da pequena janela nota que aquele galpão tinha duas grandes entradas. Sua boca já estava dolorida com a balgag, ela leva suas mãos para a cabeça para tentar tirar a mordaça, mas não consegue tirar a mordaça, pois estava presa por um cadeado. Com isso ela começou a se desesperar, mas de repente aquela porta se abre, entra um homem forte, ela tenta lutar e não consegue, teve que se render àquele homem.
No lado de fora daquele caminhão tinha mais cinco pessoas fazendo um círculo, aguardando-a. Ela é retirada do caminhão e colocada no meio do círculo. Assim que aquele homem a põe no chão, uma faca rasga a sua camisa e o sutiã, mostrando para todos seus belos seios.
Logo em seguida, um daqueles cinco homens se aproxima dela, ele estava usando um manto com capuz preto, assim como todos os outros. Ele massageia os seios dela, e antes de voltar ao seu lugar, coloca nos mamilos dela dois grampos com pesos provocando gemidos de dor nela.
Assim que aquele homem volta para seu lugar, ela é ordenada que tire a calça, sem entender o que estava acontecendo faz como ordenado. Usava uma bela calcinha branca que delineava os lábios vaginais.
Aquele que tinha rasgado a sua camiseta, sutiã, agora rasga com a mesma faca aquela bela calcinha que usava. Nesse momento ela não sabia o que sentir, olhava para os lados e nota que as duas grandes portas estavam abertas, mas não conhecia o local e com isso começa a se sentir desesperada. Antes que pudesse sair pelas portas, outro homem penetra em sua vagina um grande consolo, enquanto outro prende seus braços nas costas com uma corda.
Ela sentia uma grande dor nos seios e em sua vagina quando, aquele que colocara os pregadores nos seios dela, começa a bater em sua dela com uma cane. Tem a vontade de sair correndo para pedir ajuda,mas neste momento um quarto homem se desloca e fechando aquelas grandes portas.
A sua bunda já estava dolorida quando o homem que tinha rasgado sua roupa coloca nela uma máscara de couro que tinha somente um buraco para o nariz. A sua respiração estava ofegante enquanto eles a levavam para uma pequena sala.
Essa sala tinha pisos sujos, úmida, ela é levada para um canto, acorrentada nos pés. Ela sente que alguém retira o consolo, os grampos, as cordas que prendiam os seus braços, menos a máscara.
O que poderá acontecer com essa bela morena? Continua na próxima parte.