Você Me Ama? Autor: Pietra Contate Pietra - Comente este contoSábado
Essa última semana tinha sido extasiante. Nenhuma noite tinha passado em branco, e em pleno sábado, estava difícil disfarçar as olheiras de quem dormia as 4:00 da manha e acordava às 7:00.
Na última noite, na sexta, gozei deitada na cama esfregando minha buceta só de vê-lo em pé segurando o cinto dobrado entre as mãos.
Só de imagina-lo usando o cinto em mim meu corpo esquentava por dentro e meu sangue subia até o rosto me deixando ruborizada.
Acabei a noite ajoelhada tendo que chupa-lo com as mãos algemadas atrás das costas, sentindo seus tapas na minha bunda. Tapas que só findaram-se porque tenho certeza que ele se cansou de tanto bater.
- Pare de choramingar, quem mandou tu gozar se esfregando? Agora putinha, agüenta.
E eu ia fazer o que?
Passei a manha de hoje de bundinha para cima e até agora a pouco me sentar era realmente um suplicio.
- Senta caladinha, como uma pessoa normal, Pietra, e vê se aprende a se controlar. – foi o que ele disse “carinhosamente” durante o café da manha.
Me controlar como? Como segurar o vento em minhas mãos?
André era o meu vento e eu não precisava de mais do que um olhar dele sobre o meu corpo para me excitar.
Segunda-Feira
Na segunda eu reconheço, pedi pelo que aconteceu.
Eu já estava irritada, não parava de apertar a caneta que estava nas mãos e carente eu perguntei:
- André, você me ama?
- Ih rapaz, me chamou de André! Tu sabe a resposta Pi, então porque pergunta?
A não ser pelo barulho da caneta nas minhas mãos, seguiu-se o silêncio, que não durou mais do que dois minutos.
- Quer parar com esse barulho, chatinha?
Hum, para mim era um convite a ser desobedecido.
Continuei apertando a caneta como se nada tivesse ouvido e irritado ele se levantou do sofá, me levantei também um tanto apressada e fui me refugiar na cozinha, ele lógico veio atrás.
- Vai parar, não vai Pietra?
Lógico que eu não ia parar e cinco minutos depois estava eu de costas para ele, meu corpo pressionado contra o fogão pelo corpo dele, a calcinha nos joelhos e o rosto ardendo de tanta mordida.
- Me solta Dé, não estou de graça, me solta.
- Não, eu vou te comer agora, do jeitinho que eu quiser, você está muito chatinha hoje, esta merecendo mesmo uns tapas.
Eu, praticamente deitada sobre o fogão com as pernas tremendo, ele, num vai e vem de tirar o fôlego dentro de mim, batendo forte nas minhas coxas, me segurando pelos cabelos, me mandando ficar caladinha quando sua boca não estava ocupada me mordendo o rosto e o pescoço. Ele não me esperou gozar, me catou pelos cabelos e me colocou de joelho na frente dele.
- Faz o que você tem que fazer Pietra.
Chupei-o devagar, arrancando daquela boca gemidos que me chegavam doces aos ouvidos.
Eu adorava chupa-lo, adorava senti-lo pulsando dentro da minha boca e minutos depois ele gozou, me levantou segurando-me pelo queixo e disse sorrindo:
- Deu para entender quem manda aqui, bichinho?
Meu corpo ardia por dentro, eu estava louca de tesão, sabia que a noite ia ser longa, deliciosa, e se eu provocasse melhor ainda.
Pois foi o que eu fiz, apertei novamente a caneta, que continuava na minha mão, repetindo o barulho que o tinha irritado tanto. Lancei-lhe um olhar desafiador e ele sorriu, me pegou no colo e me levou para o quarto, só sei que fui dormir depois das 3:00, com a buceta ardendo, ouvindo ele dizer malicioso:
- Você pediu por isso.
Terça-Feira
Na terça não, na terça me isento da culpa, eu não fiz nada. Tudo bem que eu perguntei novamente se ele me amava, tudo bem que meus dentes acabaram parando naquelas costas deliciosas depois da pergunta, mas isso era motivo para ele fazer o que fez?
- A cadela então gosta de morder? De quatro putinha, e fica ai no chão até eu mandar sair, eu devia te dar um tapa para cada vez que você me faz a mesma pergunta.
Fiquei ali no chão por um tempo que eu realmente não sei quanto, sempre fui completamente sem noção para esse tipo de coisa, ele ficou ali no sofá me olhando, as vezes me reprovando com a cabeça, com o olhar, um tempo depois se levantou, foi até o quarto e voltou com o bendito vidrinho de lubrificante nas mãos.
Dessa vez só se limitou a tirar minha calça, me manteve de calcinha, só mesmo afastando-a para o lado. Eu detestava quando ele me comia a bundinha de quatro, não conseguia me tocar direito e em tal ocasião acho que era realmente isso que ele queria, evitar que eu me masturbasse.
Eu sentia cada pedacinho daquele corpo entrando dentro do meu e me segurava para não me contorcer e não gritar, tenho certeza que isso daria a ele muito mais prazer. Provocação por provocação eu era mais eu.
Minutos depois ele gozou forte, deixando seu corpo cair sobre o meu, no chão frio.
- Vem para cama cadelinha que eu ainda vou te comer muito essa noite...
Mal me levantei e ele continuou a frase.
- ... e vem de quatro.
Gozamos ainda muitas vezes durante a noite e a última vez que eu olhei no relógio já passavam das 4:00.
Quarta-Feira
Na quarta estávamos os dois de mau humor.
A vontade que eu tinha era de apertar alguma coisa, morder alguém até arrancar sangue. Tinha gana de alguma coisa e não sabia o que era, eu esta inquieta, mais do que na segunda.
Porque ele não podia me falar? Se sentia porque não me dizia? Era só diz e pronto. Eu já começa a ficar com ódio.
Ele só respirava fundo. Estava sentado no sofá e não tirava os olhos da TV. Passava um filme chato e mesmo assim ele fazia questão de não me dar atenção.
Eu já tinha puxado vários tipos de assunto e já esta cansada de ouvir “hum rum e hum hum” o tempo todo. Tudo bem, se ele tinha problemas e não queria conversar eu também tinha, e já tinha resolvido, eu também ia fazer greve.
Achei que o meu silêncio temporário o sensibilizaria. Que nada, continuou calado, imóvel na frente da TV vendo o tal filme, e eu, não agüentei:
- Que droga Dé, que saco.
Ele só virou a cabeça para o meu lado, me lançando um olhar entediado, respirando fundo.
- Você me ama?
- Pietra não começa.
- Anda, responde, você me ama?
- Vou responder a sua pergunta.
No mesmo instante ele se levantou, me pegou pelos pulsos e me levou para o quarto. Tirou rapidamente minha roupa sem dizer nenhum palavra.
Fiquei esperando ele tirar a dele, mas a única coisa que ele fez foi me prender pelos braços nas benditas argolas da parede do quarto.
Eu nua, presa, e morrendo de tesão só de imagina-lo me comendo. Nada aconteceu, só ouvi ele mais ríspido do que nunca dizer:
- Fica calada e me deixa assistir meu filme.
E lá foi ele, voltou para sala e me deixou em pé, sozinha no quarto por longos 30 minutos. Quando o filme acabou ele voltou para o quarto com o humor um tanto pior, já passava das 2:00 e eu realmente duvidava que as coisas iam ficar por isso mesmo. Se eu ganhasse um centavo por cada dedução certa...
Ainda vestido ele tirou lentamente o cinto, me olhava de um jeito que ficou claro que quem sentia gana naquele momento era ele, e antes que ele pudesse fazer alguma coisa eu disse apressada:
- Não.
- Tudo bem, para que um cinto se eu tenho minha mão?
E que mãos, mãos que alternavam tapas e carinhos e toques que me faziam subir pelas paredes. Gozei com ele esfregando minha buceta e me penetrando o cuzinho com um dos dedos. Meus braços doidos de ficarem para cima, minha pernas bambas de tanto tempo em pé. Depois que eu gozei desabei nos braços dele.
Me levou para cama e se limitou a dizer:
- Agora deita e vê dorme.
No relógio de parede faltavam dez minutos para as 4:00.
Quinta-Feira
Na quinta era para eu estar emburrada por conta das minhas perguntas sem respostas.
Mas não consigo ficar emburrada com ele, acho que foi justamente por achar que eu ficaria de bico que ele me levou para jantar.
Fomos jantar e acabamos chegando tarde, vinho demais, conversa demais, risadas demais, tudo gostoso demais, e sexo que nunca é demais a noite toda.
Passamos a noite trocando de posição por conta de uma apostinha deliciosa, o primeiro que gozasse perdia. Juro que antes de começar a brincadeira eu ainda tentei pela última vez:
- Dé...
- Pi. – ele disse com um ar de reprovação.
Acabei desistindo de continuar a frase.
Ele por cima, metia, metia e parava, me beijava, me apertava, me batia e voltava a meter.
Eu por cima, mexia, mexia e parava, passava o bico nos meus seios em seu tórax e voltava a mexer.
69, ele me lambia, eu o chupava, ele tocava meu cuzinho com a língua eu lhe lambia a virilha, ele voltava com as linguadas e eu voltava a chupa-lo, e nós dois nos segurando.
Finalmente perdi a aposta, que mulher não perderia sendo comida de quatro com um delicioso dedinho lhe tocando atrás? Lógico que depois que ele assegurou sua vitória gozou em seguida, tirando o pau de dentro de mim e gozando nas minhas costas.
- Dorme assim neném, sem limpar.
Ao termino da frase o relógio apitou o início da quarta hora da madrugada.
De Volta ao Sábado
Hoje, sábado, ele chegou por volta das 20:00 e eu só querendo cama. Lógico, com a semana inteira sendo como foi, ele estava achando que o final de semana estava só começando, mas eu estava realmente muito cansada.
Já tinha desistido de ouvir, eu sabia o que ele sentia, sim eu não precisava fazer a pergunta, mais mesmo assim queria muito ouvir a resposta.
Ele entrou calado, colocou no som um Cd e veio me encontrar no quarto. Deitada eu estava e deitada eu fiquei.
Sorri calmamente para ele esperando curiosa para saber qual Cd ele tinha colocado. A música começou calma e se ele dissesse que me queria pela noite toda era bem capaz de eu arrumar forças Deus sabe lá de onde.
Fico Assim Sem Você, versão Adriana Calcanhoto, isso era estímulo para ficar no mínimo 24 horas à disposição dele.
- Cansada benzinho?
- Não, não querido.
- Pilantrinha mentirosa! – ele disse sorrindo.
Tirou lentamente cada peça de roupa, me olhando, sorrindo. Deitou-se sobre o meu corpo e começou a me beijar delicadamente. Ficamos horas nos deliciando com cada pedacinho do corpo um do outro.
Pernas, pés, bocas, braços, sexos, fizemos amor devagar num papai e mamãe delicioso, ouvindo a nossa música de fundo repetidas vezes. Dessa vez tudo devagar, tudo calmo, tudo manso, tudo doce.
O corpo dele colado ao meu, minhas pernas envolvendo-o pela cintura, nossas mãos entrelaçadas em um cenário mais que romântico de fazer inveja a milhões de filminhos em que a mocinha sonha com a sua primeira vez com o príncipe encantado.
Gozamos juntos sem muitos gemidos, sem muitos apertos, sem muitas palavras, só suspiros profundos e depois do último suspiro ele disse baixinho com a boca colada em meu ouvido:
- Eu te amo xuxu, tanto que até dói.
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