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Mais uma vez tínhamos brigado. Eu já tinha dito antes e milhões de outras vezes que nós mais brigávamos do que vivíamos em paz. Nós que éramos tão cúmplices, tão apaixonados, não conseguíamos ficar sem as brigas.
Mas e daí, eu o adorava do mesma forma.
Ele estava todo magoado, dizia com sua voz deliciosa:
- Pi, não adianta, você não muda, eu não quero mais.
As palavras dele entravam na minha cabeça e eu não entendia nada. Ele nervoso demais não explicava nada direito. Pela milésima vez tive que ouvir e sentir toda sua ira, sua raiva, sua mágoa, seu pesar.
- Benzinho, eu já te disse que não gosto de ser provocado assim, você não muda, não faz questão de fazer o que eu te peço. Continuar para que? Chega!
E também pela milésima vez eu chorei.
Mas dessa vez não, dessa vez quem não queria mais era eu. Estava cansada de ouvir tanto e não ter culpa, estava cansada de cobranças. Reconheço, éramos iguais em muitas coisas, e reconheço também que eu tinha culpa por outras tantas coisas, mais dessa vez era o fim. Eu já estava decidida, sumiria da vida dele.
- Você tem razão Dé, chega.
E durante semanas ficamos sem nos ver, sem nos falar, é lógico que no fundo eu queria muito que ele ligasse, esperava que me procurasse, não teria graça com outra pessoa, nunca mais seria a mesma coisa.
Ele não me procurou, eu não o procurei, mais sempre alguém fazia questão de aparecer e me contar algo sobre ele.
Não havia nada mais a fazer, eu nadava, pedalava, era a única forma de deixar o corpo cansado, era a única coisa que deixava a ansiedade ir embora, era a única forma de dormir à noite.
Às vezes eu pensava que ele era sádico o suficiente para provocar uma briga, dizer que ia me deixar só para me ver sofrer, e para provar a nos dois que eu podia viver muito bem sem ele, num momento de carência e saudade enorme eu não pensei duas vezes, me entreguei a outra pessoa.
E as notícias correm, e com milhões de amigos em comum, com certeza ele logo ficaria sabendo que a ``Pi'' tinha um novo namorado.
Me lembro perfeitamente desse dia, do dia mais delicioso e pavoroso de toda a minha vida. Eu que já tinha feito uma pá de loucuras por causa dele, não imaginava que ia passar por tudo o que eu passei.
Uma e trinta e quatro da tarde, ele no meu celular, pensei duas, três, quatro, vezes antes de atende-lo, mas como fugir de tamanha influência que ele exercia sobre mim?
- Dé?
- Pi, preciso te ver.
- Eu não posso.
- Te vira, trate de se arrumar, daqui a pouco passo para te pegar.
- Acha que pode me ligar quando bem entender? Acha que estou à sua disposição? Eu não posso.
Ele nada disse, ouvi do outro lado da linha sua respiração alta, ofegante, típica das suas horas de raiva. Aqueles olhos com certeza deveriam estar cinzas, seu rosto todo contraído e seus punhos fechados.
- Você tem 10 minutos Pi e não me deixe esperando.
Ele sabia que eu não ia resistir, eu me odiava por ama-lo tanto, detestava ficar tão fraca e vulnerável. Era só um telefonema, não tínhamos conversado nem 5 minutos, e mesmo assim meu coração palpitava, minhas mãos suadas tremiam, e eu tinha certeza que não ia conseguir.
Exatos 10 minutos depois ele parava o carro na porta da minha casa.
Desligou o carro e desceu. Lindo, carregando seu metro e oitenta pelo caminho, clarinho, lindinho e dois olhos verdes que me inundavam.
- Entra no carro.
Entrei no carro de cara fechada, cruzei os braços e as pernas e continuei olhando para frente, ele ligou o carro e saiu.
- Quem é ele?
- Não te devo satisfação.
E se eu soubesse que tal resposta vinha acompanhada de tão deliciosa reação teria dito essa frase com a voz um tanto mais áspera.
Parou o carro na hora, me pegou pelos cabelos me puxando para pertinho dele e me beijou a boca violentamente, descendo a outra mão por um dos meus seios apertando forte, beliscando, passando o dedão pela lateral do meu corpo.
Que beijo! Se tivesse dito que ia jogar o carro no primeiro buraco que aparecesse pelo caminho eu não teria me importado.
- Diga que não quer mais.
- Dé, quem disse que não queria mais foi você.
- Atrevida, não fale assim comigo. – ele disse sorrindo.
Ligou o carro e saímos novamente, eu tinha certeza, sabia muito bem para onde estávamos indo, para onde ele estava nos levando.
Transaríamos o dia todo, beijaria cada pedaço daquele corpo, faríamos loucuras e no final das contas eu ouviria sorridente ele me dizer com voz firme:
- Pi, você é MINHA.
Chegamos, descemos do carro e de mãos dadas entramos naquela casa que era tão minha quanto dele, fomos parar no quarto nos beijando deliciosamente na boca, sentia uma de suas mãos deslizar pelo meu corpo, enquanto a outra segurava meu rosto.
Não dava tempo de conversar, era saudade demais, tesão demais.
Devagar ele tirou minha blusa, me tocava firme a cintura, me apertava contra seu corpo e enterrava o nariz no meu pescoço, me chupando, me mordendo. Em seguida tirou a saia, o sultien, se afastou sentando-se na cama me deixando de pé, me olhou e abaixou a cabeça respirando fundo:
- Tire a calcinha.
Tire-a devagar, estava nua na sua frente e ele ainda permanecia de roupa, sentado na cama, me olhando estranhamente.
Me aproximei da cama e ele se levantou, deu um tapa leve na minha bunda e voltou a me beijar e enquanto fazia isso, desci minha mão pelo seu zíper na intenção de lhe tirar a calça. Senti um tapa mais forte no glúteo e parei o gesto no meio do caminho, enquanto ele, parando de me beijar e se afastando, me disse com voz seca:
- Eu conduzo a transa, cadela. Me diz, o que você quer?
- Eu nua e você ainda de calça jeans, tênis e camiseta?
Ele voltou a se aproximar, apertou meu rosto com suas duas mãos, me fazendo olha-lo e disse novamente:
- Olha para mim e me diz, o que realmente você quer.
- Tira a roupa.
A resposta ao meu pedido foi uma gargalhada, me virou de costas para ele, seu pau encostando-se à minha bundinha, sua boca tocando minha orelha, sua respiração quente arrepiando meu pescoço. Afastou minhas pernas, meteu a mão na minha buceta e quase sussurrando disse:
- Ele te tocou assim? Hum, ele fez assim?
- Dé para com isso.
Com um dos braços ele me segurava na altura dos seios, e com a outra mão transformava seu toque na minha buceta em tapas fortes. Batia, batia com força ainda me mantendo de pé e voltava a perguntar:
- Era assim? Hum, ficou tão excitada quanto esta agora?
Sua mão agora contornava meu corpo, apertava meus seios, segurava forte meu pescoço. Eu sentia o jeans da sua roupa tocando minha bundinha e jogava meu quadril para frente tentando me livrar dos braços dele, mais a única coisa que consegui foi deixa-lo ainda mais irritado.
Sentou-se na cama e me disse com voz baixa:
- Aqui, de bundinha para cima, no meu colo, agora.
Olhei para ele sem acreditar no que ele estava pedindo e sem aliviar ele continuou dizendo:
- Vai ser um problema maior para você se continuar demorando.
Sentei-me do seu lado, olhando aqueles olhos frios e senti sua mão tocar meu rosto, de olhos fechados eu respirava fundo, jurando que talvez ele mudasse de idéia. Sua mão deixou meu rosto, deslizou devagar pelo meu braço e cuidadosamente ele me puxou para seu colo, me colocou deitada nas suas pernas exatamente do jeito que ele queria.
Eu sentia aquelas mãos tocando minhas costas, num carinho leve, devagar desceram para minha bundinha, e o tapa veio forte em uma das minhas nádegas. Segurei o grito e respirei fundo ouvindo a voz dele quebrar o silêncio enquanto me dava outro tapa:
- Nada de gritinhos, vadiazinha.
Eu me segurava, me agarrava ao lençol, serrando os dentes, enquanto ele batia forte. Vez ou outra metia a mão no meio das minhas pernas, me sentia molhada e ria, ria alto de uma forma que me deixava ainda mais irritada, ainda mais excitada.
- Dé, chega.
- Chega? Não agüenta nem cinco tapas do seu DONO? Chega quando eu disser chega.
Mais um e depois mais outro, e logo em seguida um mais forte. Eu já não agüentava mais, minha bundinha ardia, meu corpo todo doía e mais uma vez seus dedos procuravam minha buceta, entravam e saiam me provocando, me excitando:
- Vagabunda, qualquer um te excita né?
- Dé, chega, por favor.
Nesse momento ele parou, se levantou comigo em seus braços e me colocou sentada na sua cadeira de escritório que ficava junto à mesinha do computador. Ele sabia que eu estava fraca, não tinha forças para mais nada. Então, me beijando o pescoço, contornou a cadeira passando meus braços para trás, amarrando-os no encosto da cadeira, afastou minhas pernas, amarrou uma de cada lado nas pernas da cadeira, na altura dos tornozelos, e dos joelhos.
Eu ouvia o barulho dos seus passos, andava em círculos em volta da cadeira, me deixando ainda mais aflita e apavorada. Senti suas mãos carinhosas tocando meus seios, deslizando os dedos até os mamilos, logo em seguida a mão deu lugar à boca e agora sua língua percorria meus seios, deixando os mamilos ainda mais rígidos.
E o tapa veio forte, em um dos seios, depois no outro, batia, apertava, beliscava. Girava os mamilos entre seus dedos, mordia-os e eu gemia alto, arrancando dele risadas sádicas.
Eu estava tonta, fechava os olhos respirando fundo, mordendo os lábios, tendo devaneios, deixando o cérebro viajar entre a delicia dos toques e a dor das cordas me apertando. Minha cabeça doía, latejava, eu tentava dizer, pedir para que ele parasse, e quando eu o olhei ele parou, me olhou também nos olhos e se sentou calmamente na cama, em frente à minha cadeira.
Eu olhava aqueles olhos que me passavam tanto medo, agora mais leves, mais calmos, mais doces. Ficou um longo tempo a me olhar sem dizer nada. Respirava fundo como se travasse uma batalha no seu íntimo. Fechava os olhos a cada respiração mais profunda e voltava a olhar para mim. Devagar ele se levantou, abriu uma gaveta, tirou de lá uma vela e a acendeu, fechei meus olhos tentando não imaginar o que viria pela frente. Com uma das mãos segurava a vela e com a outra, de dedo indicador levantado, colocava-o sobre os próprios lábios pedindo silêncio.
Ficou brincando com a chama da vela por um tempo, ele sabia que isso com certeza aumentaria meu pânico, me deixaria ainda mais nervosa, ainda mais temerosa, ainda mais excitada.
Devagar ele começou a se aproximar, deixando cair as primeiras gotas nos meus seios, enquanto eu fechava os olhos gemendo baixinho, torcendo meu corpo, apertando as cordas com os dedos. Chegou a vela ainda mais perto do meu corpo e deixou que a cera cobrisse cada pedacinho dos meus seios, enquanto eu desesperada, soltava gritinhos de ``chega'', respirando fundo e cerrando os dentes.
Devagar ele se ajoelhou à minha frente, deixando agora a cera cair sobre minhas coxas, a dor era insuportável, mordia meus lábios forte aumentando ainda mais a dor, as lágrimas corriam pelo meu rosto e ele se deliciava com a cena. A cera ainda continuava pingando, agora na virilha, e na parte interna das minhas coxas, quando ele começou a passar de leve a língua pela minha buceta.
Me tocava, enfiava um dedo, a cera a pingar, enfiava dois, a cera pingando, e voltava a chupa-la, me deixou maluca num ``bate e assopra´´ alucinante. Levava a mão ao meu rosto e batia de leve, beijava minha bochecha e voltava a bater e assim permaneceu por um tempo.
De repente ele apagou a vela, começou a intensificar seus carinhos, beijando minha boca, tocando mais forte minha buceta, apertando minhas coxas.
Eu gemia, respirava fundo, tentando desesperadamente beija-lo, toca-lo.
- Pede Pi, pede.
Aqueles dedos não paravam, entravam e saiam de dentro de mim, enquanto eu me esfregava na cadeira de olhos fechados sentindo seu toque.
- Pede cadela, pede.
- Me come vem, me pega forte agora. – eu disse quase sem voz.
Ele se afastou sorrindo, se sentou na cama e pegou o celular.
- Você tem cinco minutos. – ele disse ao telefone assim que a pessoa do outro lado da linha atendeu à ligação.
Para quem ele estaria ligando? Cinco minutos para que?
Nesse intervalo ele deitou na cama, tirou preguiçosamente o tênis, as meias, a camiseta, permaneceu por um tempo só calça jeans a desfilar pelo quarto de zíper aberto, o mesmo zíper que não quis me deixar abrir. E finalmente tirou a calça, a cueca e voltou a se sentar na cama, agora de corpo relaxado, encostado nos travesseiros, me olhava, se masturbava, parava, voltava a me olhar, voltava a se tocar e parava.
Cinco minutos depois o toque do interfone interrompeu aquele cena, entrei em pânico quando ele se levantou e foi abrir a porta. Quem seria? Não ele não teria coragem. Trazer outra pessoa para casa?
Meu rosto pegava fogo, tentei em vão me livrar daquelas cordas, e num desespero incontrolável abaixei minha cabeça e respirei. Mal sabia eu que o pior estava por vir. Dé entrou pelo quarto, cambaleando, segurando nas paredes para não cair, atracado a uma loira que não tinha como não ser chamada AVIÃO.
Beijava a baranga com tanta força e vontade que o sangue subiu à cabeça, ele totalmente nú e ela de sobretudo preto.
Agora era minha vez de ficar irada, minha vida passava pela minha cabeça.
Quem ele esta pensando que é para fazer isso tudo comigo?
Abriu o sobretudo da loira, deixando-o cair no chão. A moça, completamente nua, esfregava a buceta na frente dele, enquanto ele se masturbava olhando para ela. Devagar ele se deitou na cama e a puxou delicadamente para cima do seu corpo, segurando-a pela cintura e beijando-a na boca.
Ficaram ali, nessa posição a tocarem-se, suas mãos deslizavam pelas costas da mocinha numa suavidade que me matou de inveja e ciúmes. De repente a loira se levantou, abriu as pernas e se sentou calmamente sobre aquele cacete que já latejava a horas.
Não agüentei, fechei os olhos enquanto ela gemia, ouvindo a voz dele a chamar-lhe de gostosa. O ritmo da transa com certeza deveria ter aumentado, uma vez que só se ouvia a respiração forte, ofegante pelo quarto. Não se passaram mais do que dois minutos para que essa mesma respiração forte se transformasse em gemidos.
Ouvia os gemidos dele como se estivessem aqui, pertinho do meu ouvido. Não conseguia me controlar, chorava feito uma criança que tivera acabado de perder seu brinquedo preferido. Chorava como uma adolescente que tinha acabado de brigar com seu primeiro namorado.
A loira gritava, declarava para quem quisesse ouvir, que era a trepada mais gostosa da vida dela. Capaz, e quem estava interessado na vida sexual de tal baranga? Eu particularmente não estava.
Depois da ``gozada do século´´ a loira se levantou, vestiu o sobretudo e saiu sem dizer uma única palavra. Eu continuava chorando, ele deitado na cama me dizia suavemente:
- Olha para mim nenem.
Olha para mim nenem? Depois disso tudo ele ainda me chama de nenem?
Abri os olhos sem nenhuma vontade de esconder a raiva que eu estava sentindo.
- Me solta, me desamarra, eu quero ir embora.
- Quer nada.
Não, eu não queria ir, queria ficar, me agarrar àquele pescoço e chorar até o dia acabar em dilúvio.
Devagar ele se levantou, me deu um beijo no rosto e se dirigiu para o banheiro, ligou o chuveiro e tomou um demorado banho. Voltou para o quarto e sentou novamente na cama, enfrente à cadeira, ficou por um tempo a me olhar sem dizer nada e quando eu achei que a provocação já tinha chegado ao fim ele deu a alfinetada final.
- Isso cadela, é para você aprender a manter a porra das pernas fechadas.
Fechei os olhos esperando por mais provocações, mas ao contrário, me desamarrou lentamente, beijando as marquinhas deixadas pelas cordas, lambendo meu pescoço, beijando de leve minha boca. Quando terminou de me desamarrar, me pegou no colo e me levou para cama, me deitando devagar, se colocando sobre meu corpo. Sentia o peso do seu corpo sobre o meu e beijava forte aqueles lábios como se fossem a única coisa que importasse naquele momento, o que não estava longe.
De repente ele parou, me olhou no olhos se levantando e disse baixinho:
- Você sabe que seu castigo não acabou, não é cadelinha?
Olhei para ele sem nada dizer e esperei. Passeou pelo quarto por um tempo fazendo charme, me provocando, prolongando meu sofrimento, e quando eu já mostrava sinais de que não estava agüentando mais ele tirou da gaveta uma redinha, usada nos aros das tabelas de basquete.
Olhei para ele balançando negativamente a cabeça, segurando a respiração. Aquela redinha ali tinha realmente um significado e só nós dois sabíamos. Devagar ele cortou a redinha em duas, guardou um dos pedaços e me entregou o outro, dizendo com voz seca, se sentando na cama:
- São cinco gomos Pi, cinco elos formados pela corda. Você tem 10 minutos para coloca-los dentro de você.
Olhei para ele como se não acreditasse no que estava ouvindo.
- Você tem 10 minutos Pi. Um tapa nessa bundinha para cada minuto a mais que você precisar, são cinco elos, dois minutos para você colocar cada um dentro de ti, acho melhor você começar agora. – ele disse olhando no relógio, deixando claro que o meu tempo estava correndo.
Fiquei por um tempo olhando para ele sem saber o que fazer, não adiantava brigar, questionar, isso tudo só ia piorar a situação. Peguei a redinha, me deitei novamente na cama e afastei minhas pernas, colocando os pés sobre o colchão levantando meu quadril, desajeitadamente tentava colocar a redinha na minha buceta, empurrando devagar, me segurando para não gritar, mais de raiva que de dor. Era difícil, era estranho, era incômodo.
Ouvia sua voz a dizer quanto tempo já havia passado, era um sacrifício em vão, eu nunca ia conseguir coloca-la dentro de mim em tão pouco tempo.
Enquanto eu cuidadosamente colocava a redinha dentro de mim, ele dava voltas perto da cama, me olhando, olhando para o relógio, por um instante parou, pegou sobre a mesinha do computador um vidro de lubrificante e começou a rodar o vidrinho entre os dedos.
Quando terminei de coloca-la dentro de mim, minha buceta latejava, fechei os olhos e ouvi a voz dele mais uma vez:
- Levanta.
Me levantei, enquanto ele me abraçava me colocando de costas para ele, me segurando na altura dos seios e da cintura, encostando seu cacete na minha bundinha.
- Você demorou muito Pi, eu te dei 10 minutos, você precisou de 16, seis tapas nessa bundinha por conta de mais uma falta tua.
Inclinava minha cabeça, enquanto ele lambia meu pescoço, tocava minha bundinha com a ponta dos dedos e passava lentamente o lubrificante sobre o meu cuzinho. Eu não conseguia mais esconder minha excitação, o primeiro tapa foi leve, e em seguida o segundo um pouco mais forte e no momento em que bateu pela terceira vez meteu de uma só vez aquele cacete no meu cuzinho, me arrancando gritos de dor e prazer. Minhas pernas bambas quase me abandonaram e sentindo meu corpo pesado, me segurando entre um de seus braços, continuou me fudendo o cuzinho e batendo na minha bunda.
- Agora cadela, você pode abrir as pernas.
Afastei lentamente, ainda mais uma perna da outra. Senti sua mão tocar minha buceta e enquanto me segurava a cintura com a outra mãos. Tirava a redinha de dentro de mim, metendo forte no meu cuzinho e lambendo meu pescoço.
Eu gemia feito uma louca, uma onda de prazer invadia meu corpo, enquanto ele perguntava com voz firme se era assim que eu gostava.
Eu gemia sem saber o que dizer, sem saber o que fazer, sentindo meu cuzinho ardendo e a redinha saindo lentamente de dentro de mim.
E quando eu ouvi sua voz deliciosa ao meu ouvindo me chamando de nenem, não agüentei, gozei como uma louca jurando a ele que era o homem da minha vida. Ouvia seus gemidos de prazer pertinho do meu ouvido e sorria. Agora era por minha causa que ele gozava.
Nunca tinha sentindo nada tão intenso. Nos deitamos na cama, mortos de cansaço, me agarrei ao seu pescoço, devagar ele me beijou os lábios e disse sorrindo com meu rosto entre suas mãos:
- Nada de loiras e jogadores de basquete tá?
F I M